Lágrimas de álcool envenenadas
dores que não foram sanadas
na penumbra entre morte e vida
com desequilíbrio ela lida
com a melancolia meio esquecida
meio que sendo relida
sua antiga investida
agora se revolta
se volta
contra ela
moça singela
E de dor revestida
a lembrança vem travestida
de morte
Na minha mente foi um corte
que me levou pra nova sorte
construída pela quase morte
me fez mudar o enredo
desse segredo
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMuito bonito e triste
ResponderExcluirForte e cru!
ResponderExcluirUm poema cheio de vida e morte de ciclos e padrões.